Depois de ser esculachado e massacrado, venho a partir desta fazer uma analise breve de sua vida na minha (isso soa parecido com a humanidade, eu sei, mas deve ser a convivência. O que mais vocês fazem a não ser falar de vocês mesmos e dos outros? Mas me acostumei já.).
Na verdade, queria explicações. Como podes? Como compartilhas confidências comigo, fala do passado do presente e dos ausentes, mostras os planos, as escritas, os escrúpulos, faz bobeiras e gracinhas, gingas e rimas, atrai a multidão com o olhar e me despede sem adeus? Donde é que a senhorita tira a a arte brilhante da guerra e foge ante a batalha?
Não escrevo para alivio nem por mágoas, apenas para que saibas, que espero seu até logo, seu adeus, sua despedida, para que eu possa seguir sem lembranças, sem esperanças. Quero que me extermine verbalmente, para que eu possa ouvi-la mais uma vez.
Espero carinhosamente.
John..
(deixei de fora as fotos, encontros, musicas, coincidências, livros, filmes, eventos, e demais objetos, lugares e inflexíveis adjetivos para tentar manter uma centralidade.. e não ter um texto de 777 linhas..)
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
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